terça-feira, 2 de setembro de 2008
O primeiro ano a mexer
Esta manhã recebi 11 inscrições na turma do 1º ano da manhã para o Nucleo Pro-Ambiente. Vivam os caloiros!!!
Paula
sábado, 30 de agosto de 2008
Um Acordo Africano para o Ambiente
Mais de 50 países africanos assinaram hoje a «Declaração de Libreville» sob o compromisso de criar políticas integradas entre a Saúde e o Ambiente, medidas que poderão salvar milhões de africanos, segundo a Organização Mundial da Saúde.
Entre as medidas acordadas pelos 53 países presentes em Libreville, Gabão, está o compromisso de estabelecer uma aliança estratégica centrada nos dois sectores, de forma a desenvolver planos de acção comuns e concertados.
Durante quatro dias, 80 ministros da Saúde e do Ambiente e mais de 200 especialistas africanos e internacionais focaram atenções nas questões ambientais e nas suas implicações na saúde das populações, um debate que também serviu para reconhecer que o actual trabalho tem sido insuficiente para enfrentar os números reais do continente.
Só em 2002, segundo os dados mais recentes fornecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os factores ambientais estiveram associados à morte de cerca de 2,4 milhões de pessoas.
A organização internacional afirma que os riscos ambientais contribuem em cerca de 25 por cento para o total das doenças existentes no mundo, um valor que aumenta para aproximadamente para 35 por cento em regiões como a África Subsariana.
«A assinatura desta declaração é o primeiro passo na direcção de salvar a vida de milhões de pessoas dos efeitos nocivos das alterações climatéricas», afirmou o director da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a região de África, Luís Sambo.
«Vamos trabalhar juntos de forma a promover alianças estratégicas entre a Saúde e o Ambiente. Estou contente por termos conseguido assegurar um compromisso político de forma a catalizar mudanças instituicionais que são necessárias para melhorar a saúde e o bem-estar das comunidades na região», reforçou.
O documento hoje assinado propõe ainda o reforço das competências das áreas da Saúde e do Ambiente, tanto a nível nacional como regional, mas também promete «um equilíbrio na repartição dos recursos orçamentais nacionais para os programas intersectoriais» a desenvolver.A declaração pretende ainda «garantir a integração dos objectivos acordados nas áreas da Saúde e do Ambiente em estratégias nacionais de redução da pobreza através da aplicação de programas intersectoriais, com o objectivo de acelerar a realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio» definidos pelas Nações Unidas até 2015.
A avaliação contínua dos programas a implementar e o intercâmbio entre as diferentes experiências nacionais foram outros dos compromissos assumidos pelos governantes.
O documento será apresentado, e segundo recomendação dos países representados em Libreville, pelo Presidente da República do Gabão, Omar Bongo Ondimba, aos chefes de Estado e de Governo presentes na próxima cimeira da União Africana (UA).
Como promessa fica também a realização daqui a dois anos, em 2010, de uma segunda Conferência Interministerial.A primeira Conferência Interministerial sobre Saúde e Ambiente, a decorrer desde terça-feira na capital gabonesa, foi promovida pela OMS e pelo Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP).
Água não potável, um saneamento básico quase inexistente, um sobrepovoamento urbano e habitações impróprias, um tratamento de resíduos irregular ou as actuais alterações climatéricas são alguns dos muitos problemas identificados pela OMS em África.
Diário Digital / LusaFonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=347160&page=3
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Um mail recebido
Dear nucleo pro ambiente, |
NB: Reunião dos representantes do Nucleo no sábado às 09h00.
sábado, 20 de outubro de 2007
Desflorestação em Moçambique - um olhar português
no Expresso (o mais importante semanário português) saiu a seguinte notícia:
Moçambique
Apreendida madeira ilegal a caminho da China
As vulnerabilidades do país continuam a ser exploradas por potências estrangeiras, que delapidam um dos mais importantes patrimónios naturais de Moçambique.
Pedro Chaveca
13:40 | Sábado, 20 de Out de 2007
No início da semana as autoridades da província de Nampula, norte de Moçambique, apreenderam 11 mil metros cúbicos de madeira que iriam ser ilegalmente exportados para a China, no que já é uma das maiores apreensões dos últimos tempos.
As autoridades confirmaram que parte da madeira arrestada era de Umbile e Pande e estava cortada em toros, o que é proibido pelo governo moçambicano.
A madeira avaliada em 3.5 milhões de euros já estava acondicionada em 531 contentores e pronta a ser embarcada, o que implica ter havido colaboração tanto das autoridades de controlo, como de empresas madeireiras.
Pedro Mangue, dos Serviços Nacionais de Inspecção de Terras e Florestas (SNITF) aponta oito empresas de Nampula e Cabo Delgado como estando envolvidas neste comércio ilegal.
Prevaricadores serão julgados
"A madeira já tinha passado de todos os esquemas de controlo montados no porto, nomeadamente os serviços de Alfândegas e da Agricultura", sublinhou Mangue.
"Os madeireiros têm de ser sérios e exercer a actividade com responsabilidade. Temos de valorizar os nossos recursos", reforçou o funcionário do Ministério da Agricultura.
A mercadoria confiscada deverá agora ser vendida em hasta pública e os infractores terão de responder perante a lei.
Chineses lideram o tráfico ilegal
Contudo esta não é uma situação nova. As florestas moçambicanas são constantemente alvo da cobiça internacional, especialmente da chinesa, que se aproveita das muitas fragilidades no controlo desta actividade, para assim suprimir a imensa procura que a madeira moçambicana tem no país.
A tendência deste tráfico se dirigir quase exclusivamente para o mercado chinês é rica em exemplos. Recentemente as autoridades moçambicanas descobriram que um navio chinês conseguiu deixar o porto da cidade da Beira, com um carregamento de 1894 toros.
O mais grave é que a embarcação teve autorização da Direcção Nacional de Terras e Florestas (DNTF) para deixar o país, independentemente do corte na forma de toros ser ilegal há mais de um ano.
http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/144029
terça-feira, 2 de outubro de 2007
UEM lança instituto de investigação ambiental
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Jornadas Científicas - 17 de Setembro 2007
O Norberto assegurou impecavelmente a transmissão do filme do 5 de Junho na televisão que nos foi gentimente cedida pela UCM. E aproveitou para captar umas imagens do dia.
A Stella fez um cartaz apelativo de apresentação do Nucleo com mini cartazes espalhados pelos corredores.
O Valá e a Dalila preparam os crachats que nos envaideceram a todos.
Os moderadores (Estelino Duvane, Tony Samo e Dr. Miguel Mussequejua) brilharam na condução dos trabalhos da mesa.
E os oradores (Dr. Ndapassoa, Dra. Paula Araujo e Dr. Antonio Leão) fizeram trabalhos de fundo para apresentação nas Jornadas.
No final do debate o Nucleo apresentou-se em peso à audiência e recebeu uma grande salva de palmas bem como o elogio público da instituição pela palavra do Dr. Eduardo Chiziane.
Provámos, antes de mais a nós próprios que sabemos trabalhar. Ficámos todos de parabéns.
Agora, na próxima sexta feira, 21.09.2007 voltamos ao trabalho na reunião quinzenal.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Jornadas Científicas - Direito do Ambiente - 17 de Setembro 2007
Programa
17h00 - Registo dos participantes
17h15 - Abertura dos trabalhos pelo Dr. Eduardo Chiziane
17h30 - Painel 1 - Direitos Fundamentais - O Direito do Ambiente - Dr. Anastácio Ndapassoa
17h50 - Painel 2 - Direito do Ambiente - Os Princípios Ambientais e o Desenvolvimento - Dra. Paula Araújo
18h10 - Painel 3 - Direito Penal - O Direito Penal do Ambiente - Dr. António Leão
18h30 - Debate
19h00 - Apresentação das conclusões pelos relatores
19h30 - Encerramento dos trabalhos pelo Dr. Eduardo Chiziane
O Núcleo Pro-Ambiente estará profundamente envolvido nos trabalhos das Jornadas, com vários elementos em várias tarefas (moderadores, relatores, secretariado, projecção de filme, etc.)
