terça-feira, 2 de outubro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Jornadas Científicas - 17 de Setembro 2007
O Norberto assegurou impecavelmente a transmissão do filme do 5 de Junho na televisão que nos foi gentimente cedida pela UCM. E aproveitou para captar umas imagens do dia.
A Stella fez um cartaz apelativo de apresentação do Nucleo com mini cartazes espalhados pelos corredores.
O Valá e a Dalila preparam os crachats que nos envaideceram a todos.
Os moderadores (Estelino Duvane, Tony Samo e Dr. Miguel Mussequejua) brilharam na condução dos trabalhos da mesa.
E os oradores (Dr. Ndapassoa, Dra. Paula Araujo e Dr. Antonio Leão) fizeram trabalhos de fundo para apresentação nas Jornadas.
No final do debate o Nucleo apresentou-se em peso à audiência e recebeu uma grande salva de palmas bem como o elogio público da instituição pela palavra do Dr. Eduardo Chiziane.
Provámos, antes de mais a nós próprios que sabemos trabalhar. Ficámos todos de parabéns.
Agora, na próxima sexta feira, 21.09.2007 voltamos ao trabalho na reunião quinzenal.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Jornadas Científicas - Direito do Ambiente - 17 de Setembro 2007
Programa
17h00 - Registo dos participantes
17h15 - Abertura dos trabalhos pelo Dr. Eduardo Chiziane
17h30 - Painel 1 - Direitos Fundamentais - O Direito do Ambiente - Dr. Anastácio Ndapassoa
17h50 - Painel 2 - Direito do Ambiente - Os Princípios Ambientais e o Desenvolvimento - Dra. Paula Araújo
18h10 - Painel 3 - Direito Penal - O Direito Penal do Ambiente - Dr. António Leão
18h30 - Debate
19h00 - Apresentação das conclusões pelos relatores
19h30 - Encerramento dos trabalhos pelo Dr. Eduardo Chiziane
O Núcleo Pro-Ambiente estará profundamente envolvido nos trabalhos das Jornadas, com vários elementos em várias tarefas (moderadores, relatores, secretariado, projecção de filme, etc.)
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Degelo no Ártico atinge novo recorde
Degelo no mar árctico atinge novo recorde
05.09.2007 - 18h54 PUBLICO.PT
A superfície gelada no mar do Árctico atingiu este mês um novo recorde mínimo, com apenas 4,42 milhões de quilómetros quadrados, revela o National Snow and Ice Data Center da Universidade do Colorado, em Denver. Até agora, o recorde ia para o ano de 2005, com 5,32 milhões de quilómetros quadrados.
Os cientistas dizem-se “espantados” com a perda de gelo. Só na semana passada desapareceu uma área quase duas vezes maior do que a Grã-bretanha, noticia hoje o jornal britânico “The Guardian”.
A passagem marítima Nordeste ao longo da costa russa do Árctico poderá abrir no final deste mês. Se o degelo, que acelerou a partir de 2002, continuar a este ritmo, o Árctico poderá ficar sem gelo no Verão em 2030.
“Se me tivessem perguntado há uns anos quando iria o Árctico perder todo o seu gelo, teria dito 2100 ou 2070. Mas agora penso que 2030 é uma estimativa razoável. Parece que o Árctico vai ser um espaço muito diferente ainda na nossa geração e certamente na dos nossos filhos”, comentou Mark Serreze, do National Snow and Ice Data Centre, citado pelo “The Guardian”.
O degelo no Árctico ocorre todos os meses de Setembro. No Inverno, a água do mar recomeça a congelar. Mas este ano, esse processo será mais difícil. “Este Verão temos toda esta água [sem gelo] que faz entrar calor no oceano. Isso vai dificultar o regresso do gelo. O que estamos a ver este ano permite mostrar-nos que o próximo será pior”, acrescentou.
Alterações nos ventos e circulação de correntes podem contribuir para o degelo. Mas Serreze acredita que o maior culpado é o sobre-aquecimento do planeta. “As regras começam a mudar e o que está a mudar as regras são as emissões de gases com efeito de estufa”.
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Férias
A próxima reunião será dia 10 deste mês.
Até lá!
quarta-feira, 20 de junho de 2007
O aquecimento global e os riscos politico-economicos a nível mundial
Clima: Greenpeace prevê 200 milhões de refugiados até 2040
Os problemas ligados ao clima podem gerar 200 milhões de refugiados nos próximos 30 anos, segundo a organização de protecção do ambiente Greenpeace, baseada num estudo de um professor da Universidade de Hamburgo, na Alemanha.
As condições de vida de centenas de milhões de pessoas, em particular nos países mais pobres do mundo, deverão deteriorar-se de tal forma que estas terão de abandonar os seus países para conseguirem sobreviver, segundo o estudo de Cord Jakobeit.
Actualmente existem já mais de 20 milhões de pessoas deslocadas devido às consequências do aquecimento climático, sobretudo no Sahel africano, no Bangladesh e nas ilhas do Pacifico Sul, segundo este estudo.
Diário Digital / Lusa
19-06-2007 22:23:00
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=281780
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Quase de férias! Muito trabalho pela frente!
Depois vêm as merecidas férias. Mas o Nucleo não pára.
